Histórias

Como Frank Sinatra inventou o conceito de “album” como conhecemos hoje

O álbum está para a música assim como o romance está para a prosa e como o longa-metragem está para o cinema. É o meio definitivo para esta forma de expressão artística, mas nem sempre foi assim.

O álbum como o conhecemos é uma invenção recente. Há muitos momentos que você pode apontar como a invenção do álbum, mas poucos casos são tão fortes como o disco de Frank Sinatra de 1955, uma ode à solidão chamado “In the Wee Small Hours“.

Esse álbum carrega consigo uma profundidade emocional e coesão tão grande que raramente era visto em sua época, e seu lançamento ajudou a solidificar muitas das normas que viriam a definir a maneira como pensamos nos álbuns hoje.

Em “In The Wee Small Hours“, Frank Sinatra cantou o amor devastado de uma maneira muito bonita, com aquele sentimento que é característico dele. Mas, além disso, ele criou o que conhecemos como álbum conceitual, ao ter todas as faixas em comum a um mesmo tempo, o amor devastado, quebrado, despedaçado.

E com isso, com essa maturidade, ele também trouxe ao mundo uma nova forma de consumir os discos de vinil que, até então, eram discos de 10″.

É sobre isso que eu comento neste vídeo, vale a pena conferir. Assista logo abaixo

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Luis Fernando Brod

Oi. Sou o cara do MINHA VIDA EM VINIL e colaborador do site Disconecta.

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