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Sobre o Tempo

AVISO: Este texto é totalmente parcial!

Era verão do 1999. O jovem Leandro rumou ao litoral gaúcho para o festival Planeta Atlântida com um único intuito: ver, pela primeira vez ao vivo, a sua banda predileta. Inverno de 2023, mais precisamente dia 07 de julho, Leandro rumou dessa vez, ao Auditório Araújo Viana, em Porto Alegre, para ver ao vivo depois de 25 anos, sua banda predileta, que completa 30 anos. Este texto é Sobre o Tempo. E depois de três décadas, não falta tanto algum para que o Pato Fu corra macio e zuna como o novo sedan. Eu Sei! Falar do que se gosta, pode fazer você ficar Cego Para As Cores, mas o que vi nesse show foi Anormal. Preciso registrar esse texto, Antes Que Seja Tarde.

Quando comprei os ingressos, optei por um lugar em que eu não precisasse ficar mentalmente pedindo para os “Fus”: Fique Onde Eu Possa Te Ver, pois até o show, não conhecia o interior do auditório. Mas lá você consegue ver bem o palco de qualquer lugar, restando apenas a questão do quão perto você está do palco. Diga Sim, a estrutura é padrão, qualidade Made In Japan.

Eu, fã desde os tempos do Gol de Quem?, viajei de volta a diversos momentos da minha Vida Imbecil, de quando eu zanzava atrás do que é bão, acompanhando o revival dos álbuns da banda. Eu penso que, se existe uma máquina do tempo, ela é a música. Eu posso provar, sem precisar de Licitação, pois o show começou com a visita de um Vulcano chamado Spoc. Tenho para mim que, para se compor uma canção assim, O Processo de Criação Vai de 10 a 100 Mil.

O Pato Fu não me pareceu muito empolgado no começo do show. Mentira! Eu Menti Pra Você, Mas Foi Sem Querer. Eles pareciam sim, tão empolgados de estarem ali, que já no começo do show eu pedi Água, pois a coisa toda foi um Rotomusic de Liquidificapum. Eu Ando Meio Desligado, então pode ser que na Simplicidade desse texto, eu esqueça de algo do que vivi nessa noite de início de comemorações, pois o show de Porto Alegre foi o primeiro da tour de 30 anos. Mas, se isso acontecer, Depois eu completo.

Após aproximadamente uma hora e quarenta minutos, tudo ficou No Silêncio. Os PA’s do Araújo receberam um Silenciador. O show havia terminado, ainda que na minha cabeça aqueles momentos recém findados rodassem em loop, em forma e som. Eu quero viver e sentir o que vivi e senti nessa noite novamente, assim que eles retornarem. E me vêm à mente duas formas de eu alcançar esse objetivo: posso fazer uso contínuo de uma Canção Pra Você Viver Mais ou posso fazer um pacto com o Capetão 66.6 FM. Acho que por enquanto vou optar pela primeira alternativa.

O que sei, desde que era um adolescente que achava que sabia algo da vida, e ontem reafirmei, é que eu vou estar, se o universo permitir, Perdendo Dentes e tendo o Pato Fu como a banda nacional mais amada da minha vida. Esse texto é Sobre o Tempo, então eu peço: “… tempo amigo, seja legal, conto contigo pela madrugada, só me derrube no final…”.

Leandro Krindges

Leandro Krindges fã de Pato Fú

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